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Histórico Secil Marítima

SECIL MARÍTIMA DO PASSADO AO PRESENTE

1963 – Constituição da Secil Marítima, S.A.R.L, em Lisboa, pela Companhia de cimento Secil do Ultramar, S.A.R.L, por escritura notorial de 3 de junho; sede e domicilio: Luanda. Objeto Social: exploração da navegação costeira e de cabotagem em Angola:

1967 – A Companhia de Cimento Secil do Ultramar, S.A.R.L, inaugura uma fábrica de cimentos em Luanda, passando a Secil Marítima S.A.R.L, a administrar os navios Secil Mar e Secil Bengo no transporte costeiro de cimento oriundo da fabrica. Com o passar do tempo, a actividade da Secil Marítima, S.A.R.L, deixa de estar restringida ao transporte de cimento para os portos angolanos e regiões africanas limítrofes; adquirem-se navios de maior porte, destinados ao tráfego internacional, fretamentos e tramping;

1975 – Angola torna-se política e administrativamente independente de Portugal;

1978 – O Estado angolano nacionaliza todas as acções do capital social da Companhia de Cimentos Secil Ultramar, S.A.R.L, (Decreto nº 107/78, da Presidência da Republica);

1987 – O Estado Angolano nacionaliza todas as acções dos accionistas portugueses e dinamarqueses na Secil Marítima, S.A.R.L, e liquida e empresa (Decreto nº 1/87, de 3 de janeiro, do conselho de Defesa e Segurança). Na sequência, cria a Secil Marítima, Unidade Económica Estatal, abreviadamente SECILMAR-U.E.E. (Decreto nº 2/87, de 2 de Fevereiro);

1990 – Nesta década, a Secil Marítima experimenta um acentuado declínio da sua actividade mercantil, como resultado de:

  • Reduzida proteção ás armadoras nacionais;
  • Crédito mal parado junto dos principais importadores;
  • Acúmulo de dividas no Exterior do país;
  • Escassez de divisas obtidas junto a Banca;

2000 – A comissão Permanente do Conselho de Ministros aprova o memorando que define a estratégia para a reestruturação das empresas públicas de transporte marítimo de longo curso e de cabotagem (Resolução ( 24/00 de ), que inclui:

  • O principio de concentração da participação do Estado no transporte marítimo de carga seca na Secil Marítima – U.E.E, após sua transformação em sociedade anónima de responsabilidade limirada;
  • O relançamento da actividade nacional de marinha mercante de longo curso e cabotagem com participação de empresários nacionais e parceiros estratégicos estrangeiros.

2006 – A Secil Marítima, U.E.E transforma-se em Secil Marítima, Navegação e Turismo, S.A. ( Decreto nº 4/06, de 17 de fevereiro, do conselho de Ministros).

2009 – Início do Plano de refundação da Secil Marítima S.A.;

2010 – Garantia do volume de carga necessária para sustentar o lançamento de serviços regulares da Secil Marítima (Decreto Presidencial nº 143/10 de 16 de julho);

2011 – Lançamento do concurso internacional para captação de um parceiro estratégico para a Secil Marítima. Empresa vencedora: MSC, Mediterranean Shipping Company;

2013 – Assinatura de Memorando de Entendimento com a MSC, Mediterranean Shipping Company, visando, até 180 dias da data de assinatura, ao estabelecimento de uma joint-venture dedicada ao transporte marítimo regular de mercadoria entre o porto de sines (Portugal), para onde serão canalizadas cargas oriundas do extremo do extremo oriente, mediterrâneo e demais proveniências através da rede MSC, e de Luanda (Angola), com a marca Secil Marítima container Line. A joint utilizará ainda a capacidade na rota já existente da MSC de Durban á Angola, em regime de slot charter.